Cervejeiras lançam livro com histórias, curiosidades e simbolismos da bebida

Beber cerveja vai além da degustação. Entender os processos e a motivação por trás de cada receita também é um bom exercício. Sendo assim, uma boa dica para este mês de setembro é garimpar livros durante a Bienal do Livro que vai até dia 10, no Rio Centro. E, no sábado, dia 9, o destaque é o lançamento do Maximus Sentidus – Dourados, Vermelhos e Tostados escrito por três mulheres cervejeiras da Região Serrana e entendem como funcionam os processos das cervejarias e as harmonizações.

Juntas, as sommeliers Jane von Sydow, Helena d’Ottenfels e Ana Claudia Pampillón contam curiosidades sobre a bebida num livro que tem linguagem simples e não técnica.

– A Jane escreve sobre a história da cerveja, a Helena sobre estilos de cervejas e serviços e eu escrevo sobre curiosidades cervejeiras, tais como santos cervejeiros e simbolismos. Diferente do que encontramos na literatura técnica, buscamos uma linguagem simples para falar com o público que está entrando nesse mundo agora – conta a sommelier Ana Claudia Pampillón, autora e coordenadora da Rota Cervejeira RJ.

Cervejeiras lançam livro na Bienal 2017


Santos cervejeiros e a bebida no Brasil 

Uma dessas curiosidades contadas no livro é que, na Idade das trevas, quando o índice de mortalidade era alto por causa da insalubridade, os médicos começaram a tratar seus pacientes com mosto cervejeiro, ue eram cereais fervidos. Com isso, as pessoas ficavam nutridas e não morriam

– Assim, a população acreditava que os médicos tinham feito milagres e eles acabavam canonizados – conta  Ana Claudia Pampillón.

E tem também curiosidade sobre a história do Brasil: a primeira cervejaria por aqui foi fundada por Maurício de Nassau, em Pernambuco, para pagar a mão de obra de seus trabalhadores.

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